Revista Audio testa o novo Leitor CD / Transporte AUDIOLAB 6000CDT

Audiolab 6000CDT

“Puramente digital: O transporte 6000CDT da Audiolab”

“O mundo digital não tem cheiro nem imagem nem som. Para chegar até nós, o digital tem de ser transformado em analógico por um conversor, um DAC (Digital Analogue Converter). Por isso, todos os leitores de CD’s possuem um DAC. Todos? Todos, todos, não. Existem os leitores sem DAC, os chamados «transportes». (…)

O 6000CDT é uma caixa de dimensões regulares com (L × A × P) 445 mm × 300 mm × 65,5 mm – incluindo os pés, os terminais e os botões de controlo, e pesando 5,4 kg. O 6000CDT tem uma aparência profissional e robusta e é, esteticamente, bastante agradável, com versões em negro e em cinzento metalizado. (…)

Na música clássica: (…) O 6000CDT soube transmitir os contrastes da orquestra, muito rápidos, o virtuosismo e a interpretação de Hallenberg com grande serenidade e musicalidade, sem estridências ou brilho excessivos. (…)

No jazz: (…) O 6000CDT mostrou-se à altura de Horn, sabendo transmitir o entusiasmo e emoção presentes na gravação, num palco sonoro muito apreciável. (…)

No rock: (…) A gravação é desprovida de artifícios, com a acidez de Edgey e a alma de Delila a transpareceram na reprodução do 6000CD. (…)

O Audiolab 6000CDT é uma proposta muito interessante e que importa considerar. O 6000CDT tem um preço apetecível, é robusto, descomplicado e flexível. (…)

Que a Audiolab o consiga vender a este preço é que é um verdadeiro milagre de que espero muitos dos leitores da Audio tenham oportunidade de usufruir. Altamente recomendado, sem restrições.”

 

Leia o Artigo Completo publicado pela AUDIO & Cinema em Casa de Novembro/Dezembro 2019

1 de Dezembro de 2019

M-DAC+… “um upgrade, não um substituto”

“(…) Atualizado para compatibilidade com ficheiros de taxas de reprodução mais elevadas LPCM e DSD, a versão ‘plus’ do M-DAC da Audiolab também teve se orgulha de uma PSU (Power Supply Unit) interna, entradas adicionais e um visor OLED. (…)

(…) De facto, tão bom é o M-DAC que deu ao seu fabricante um determinado problema para resolver, ainda que dos bons: como se consegue melhora-lo? O M-DAC+ é a resposta (…)

(..) A empresa diz que este não é um produto para substituir o original, é mais uma melhoria. Eu próprio não tenho a certeza, mas o mercado vai decidir… (…)

Leia o Artigo Completo publicado na Revista Hi-Fi News Junho de 2016

14 de Setembro de 2016

“Segunda Volta” da Audiolab com o M-DAC+

“(…) Chega então o momento em que, passados quase cinco anos, o Audiolab M-DAC recebe finalmente um novo irmão! Tal com aquele famoso difícil segundo álbum com o qual um artista habitualmente luta, não seria nunca fácil para a Audiolab conseguir melhorar um dos produtos mais fortes que alguma vez lançou. (…)

(…) Foi apenas após a chegada do Audiolab M-DAC em 2011 que audiófilos com orçamento apertado conseguiram ter um DAC genuinamente flexível mas com excelente sonoridade. Era tão bom no seu escalão de preço que virou o mercado do avesso. O novo M-DAC+ não tem este efeito – pensamos nele como uma brilhante melhoria, em vez da reinvenção da roda do hi-fi. Trás melhorias realmente válidas a praticamente todos os aspetos do M-DAC, desde uma de longe superior sofisticação de funcionamento a uma maior musicalidade. (…)

“A enorme dimensão do palco sonoro é tão impressionante como antes, mas são os detalhes subtis no interior que fazem a diferença. A música parece cair para trás para um silêncio profundo e escuro, e a secção rítmica parece menos agressiva e mais definida – tem mais nuances e não nos atinge simplesmente de forma brusca. Toda a potência está presente como anteriormente, mas é entregue numa forma mais fina e natural.”

Leia o Artigo Completo publicado na Revista HI-FI Choice Maio de 2016

5 de Julho de 2016