A Audiolab está de regresso ao nosso mercado

A Audiolab está de regresso ao nosso mercado e desta vez pela mão da Smartaudio.

Construídos sobre a herança da antiga série 8200, os novos 8300A, 8300CD e 8300MB, representam um salto significativo em termos de qualidade, relativamente a uma gama que já liderava em performance no seu patamar de preços. Com componentes mais eficientes, tecnologia de alta resolução e uma estética mais refinada, a série 8300 vem mais uma vez elevar a fasquia de performance. É nesse sentido que decidimos que é chegado o momento de voltar a partilhar estes excelentes produtos com todos aqueles que aspiram a criar sistemas de excelente relação preço qualidade.

Mas Audiolab não é apenas a herança da nova série 8300, é igualmente a evolução de um dos DAC’s mais aclamados pela critica internacional nos últimos tempos. O M-DAC deu lugar ao M-DAC+, que fazendo jus aos seus pergaminhos, tem estado a receber criticas que mais uma vez o aclamam, como um dos melhores DAC’s disponíveis. Prova disso mesmo, é a mais recente, análise na Hi-Fi Choice, em que o M-DAC+ lhe viu atribuídas 5 estrelas e recebeu o prémio da Escolha do Editor.

Poderá ler mais na no espaço Imprensa do nosso site.

 

6 de Julho de 2016

“Segunda Volta” da Audiolab com o M-DAC+

“(…) Chega então o momento em que, passados quase cinco anos, o Audiolab M-DAC recebe finalmente um novo irmão! Tal com aquele famoso difícil segundo álbum com o qual um artista habitualmente luta, não seria nunca fácil para a Audiolab conseguir melhorar um dos produtos mais fortes que alguma vez lançou. (…)

(…) Foi apenas após a chegada do Audiolab M-DAC em 2011 que audiófilos com orçamento apertado conseguiram ter um DAC genuinamente flexível mas com excelente sonoridade. Era tão bom no seu escalão de preço que virou o mercado do avesso. O novo M-DAC+ não tem este efeito – pensamos nele como uma brilhante melhoria, em vez da reinvenção da roda do hi-fi. Trás melhorias realmente válidas a praticamente todos os aspetos do M-DAC, desde uma de longe superior sofisticação de funcionamento a uma maior musicalidade. (…)

“A enorme dimensão do palco sonoro é tão impressionante como antes, mas são os detalhes subtis no interior que fazem a diferença. A música parece cair para trás para um silêncio profundo e escuro, e a secção rítmica parece menos agressiva e mais definida – tem mais nuances e não nos atinge simplesmente de forma brusca. Toda a potência está presente como anteriormente, mas é entregue numa forma mais fina e natural.”

Leia o Artigo Completo publicado na Revista HI-FI Choice Maio de 2016

5 de Julho de 2016

“I Like it Small: o DAC iFi micro iDSD”

“Às vezes, por mais que tentemos, não conseguimos olhar a vida senão com os nossos olhos, escutar a vida senão com os nossos próprios ouvidos. E torna-se necessária quase uma epifania para nos levar a compreender o até aí incompreensível. (…)

(…) O iDSD Micro é de cor cinzenta metalizada e é agradável à vista e parecido com os outros produtos da iFi. No seu coração está o chip DSD1793 da Burr-Brown. Este aceita os formatos de áudio PCM e DSD, fornecendo uma interface conveniente para DSP e outros chips de descodificação. Aceitar o formato PCM não é de espantar, porque é o formato de áudio usado pelos computadores e outros processadores digitais. Quanto ao que quer dizer aceitar o formato DSD, veja a caixa com o título «Em busca do cálice sagrado: Super Audio CD e DSD». O iDSD aceita sinais com formato PCM com as taxas de amostragem de 44,1 até 768 kHz). 192 kHz é a taxa de amostragem da chamada alta resolução (HiRes). É, portanto, um equipamento com futuro assegurado. (…)

(…) a prestação foi excelente, emprestando musicalidade e fluidez às gravações, sobretudo no caso dos ficheiros de alta resolução oriundos da Net de 24 bit/ 96 kHz e 24 bit/ 192 kHz. Por exemplo, a simpatia que se ouve entre Greg Ewer e de Adam Lamotte nas sonatas para dois violinos de Leclair, sozinhos no palco sonoro mas com uma presença física e um lirismo estonteantes. (…)

(…) vou fechar-me na sala e reivindicar um iDSD (daqui já ele não sai!!!). Com sorte, ainda me deixam lá fechado para sempre no mundo imaterial dos bits únicos do iDSD, da emoção e da fantasia. Quanto ao leitor, aconselho-o vivamente a levantar-se da cadeira e ir comprar um.”

Leia o Artigo Completo na Revista Áudio e Cinema em Casa Nº. 253 | Jul/Ago 2015

22 de Setembro de 2015